Richarlison, na seleção, com carisma que lembra Romário e Ronaldo.
Atacante tenta quebrar jejum que dura 20 anos: último brasileiro artilheiro de uma Copa do Mundo foi em 2002; camisa 9 atual está dois gols atrás de Mbappé.
Há muito tempo o Brasil não via em uma Copa do Mundo um atacante que reunisse tantas qualidades para ser artilheiro e também se transformar em ídolo pela história escrita na competição. Richarlison voltou à seleção para o mata-mata e foi mais uma vez o responsável por transformar um jogo de futebol em um retrato da irreverência que traduz a essência de um país. A brincadeira com Tite na dança do pombo virou nova ferramenta de motivação antes da vitória sobre a Coreia. E o comportamento de Richarlison, desde o começo da competição, tem sido algo que une o grupo por conta de sua simplicidade.
FONTE: O GLOBO




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