Entidade passa a seguir orientação Federação Internacional de Medicina do Esporte (FIMS). Maior mudança é aumento do rigor da exigência do nível de testosterona no sangue.
A Confederação Brasileira de Vôlei publicou sua nova política para a inscrição de atletas transgêneros nas competições nacionais. A entidade seguia as normas adotadas pelo Comitê Olímpico Internacional. Mas, com a aprovação do COI, a Federação Internacional de Vôlei definiu que cada órgão nacional defina suas próprias diretrizes.
A política da CBV, que só passará a valer a partir de outubro de 2023, tem com base recomendações da Federação Internacional de Medicina do Esporte (FIMS), entidade máxima da medicina esportiva. A maior mudança é o maior rigor de cobrança do nível total de testosterona no sangue. Até agora, o atleta deveria ter taxa inferior a 10 nmol/L durante 12 meses consecutivos. Agora, porém, deverá ser inferior a 5 nmol/L no mesmo período.
FONTE: GE





Comente este post