Os CDs ficaram para trás na lista de favoritos dos colecionadores de mídias físicas de música. Mas eles não perderam o lugar para um novo formato; na verdade, foram os discos de vinil que deram a volta por cima. Pela primeira vez desde 1987, os vinis ultrapassaram os CDs em números de vendas nos Estados Unidos, de acordo com relatório da RIAA (Associação da Indústria Fonográfica dos EUA).
Os números são do ano de 2022, quando foram vendidos 41 milhões de discos de vinil nos EUA, contra 33 milhões de CDs. No Brasil, que comemora o Dia Nacional do Disco de Vinil nesta quinta-feira (20), o “bolachão” também vem ganhando o seu espaço.
Clássicos como “Transa” (1972), de Caetano Veloso; e “Expressso 2222” (1972), de Gilberto Gil, por exemplo, foram prensados novamente pela Universal no ano passado, mesmo ano em que a gigante da música lançou um club de assinatura de discos vinil no Brasil.
Mas o formato não é popular apenas entre os amantes da música dos anos 70. “Sinto Muito” (2018), o disco de estreia de Duda Beat, não foi lançado em formato de CD, por exemplo, mas tem sua versão em vinil esgotada no mercado; assim como o disco “De Primeira” (2022), de Marina Sena.
“O vinil é hoje tipo um item de merchan de luxo”, avalia Gui Guedes, apresentador do Multishow e também colecionador de discos de vinil. Ele acredita que a popularização do formato está justamente na experiência de consumo pelo fã.
FONTE: GSHOW




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