“- Gente, tinha tudo para ser uma péssima história, mas acabou sendo muito libertador. Eu era bailarina e estava começando a ser atriz, me aventurando nesse mundo. Eu fiz um musical com o Eri Johnson, isso em 1989, e confesso a vocês que eu não era uma boa bailarina, a verdade é essa! Eu era ruim mesmo” começou.
Eri esperou a apresentação acabar, chamou Maria de canto e decidiu dar um conselho sincerão para a amiga: “O Eri já conseguiu ver em mim uma atriz, alguém que teria um certo talento, mas eu estava ali, catando cavaco no musical. Teve uma hora que eu cheguei a sair torta de cena. Nisso, ele me pegou pelo ombro e falou bem assim para mim: ‘Clarinha, você dança mal para caramba! Larga esse negócio! Você é uma boa atriz e muito engraçada”.
Maria então largou a carreira na dança e decidiu se jogar na atuação. “Ao invés de eu tomar aquilo como uma ofensa, na verdade eu encarei aquilo como algo libertador. Isso aconteceu em um final de semana e, já na segunda-feira, eu parei de fazer aula de dança. Foi realmente um negócio instantâneo… – A gente tem sim que ouvir as críticas”, defendeu ela.
FONTE: OFUXICO




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