“Bond. James Bond.” Lá se vão seis décadas desde que Sean Connery surgiu no cinema, exalando charme e perigo, em “007 Contra o Satânico Dr. No”. De forma quase casual, o astro apresentava ao mundo o espião britânico que, com uma frase, tornou-se ícone instantâneo. Do cinema, da cultura pop. De todos nós. De lá para cá, a frase de efeito do personagem tornou-se uma das únicas constantes desde o começo de sua versão no cinema. Ao longo de 60 anos, Bond precisou adaptar-se constantemente aos novos tempos. À medida que o mundo mudava – social, cultural e politicamente – o agente secreto de sua Majestade corrigia a rota. O desafio sempre foi, embaixo da perfumaria, permanecer em essência o agente secreto que o escritor Ian Fleming colocou no papel em 1953. Com 25 filmes na bagagem, em uma das séries mais espetaculares da história, eu apostaria que a missão foi cumprida.
Imagem: MGM/Fonte: Splash uol/




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